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Prevenção:

Repelente natural à base da

Citronela de Java

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os nossos whippets

Saúde

Leishmaniose

Descrição sumária Sintomas Diagnóstico Prevenção Cura  

Ciclo da leishmaniose Pontos a considerar Perguntas frequentes

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A leishmaniose é uma doença infecto contagiosa própria de certos países quentes como África, América Central e do Sul, Ásia Central, Índia, China e também do sul da Europa, mais concretamente dos países de clima mediterrânico.

 

Observatório realiza primeiro estudo epidemiológico global da Leishmaniose em Portugal

Estudo inédito: 110 mil cães infectados com Leishmaniose em Portugal

 Iniciativa única e pioneira a nível Europeu, realizada pelo Observatório Nacional das Leishmanioses (ONLEISH) que incluiu o rastreio de mais de 4000 animais de todo o país. Portugal tem uma prevalência da doença considerada elevada. Beja, Castelo Branco e Portalegre são os Distritos mais afectados.

Durante um mês, 135 Clínicas Veterinárias de todos os distritos do País recolheram mais de 4.000 amostras para análise. Um estudo pioneiro em Portugal e na Europa que tem como finalidade fazer o levantamento da seroprevalência da Leishmaniose Canina e desenvolver ferramentas para, no futuro, poder prevenir e diagnosticar precocemente esta doença.

“Pretende-se que as conclusões deste estudo possam ajudar a esclarecer e sensibilibizar as populações para a Leishmaniose Canina. Ao sensibilizarmos as entidades mais envolvidas no combate à doença, estamos a proteger os cães da doença.”, explica a Prof. Lenea Campino.

 Este estudo dá-nos um real conhecimento da infecção no nosso país, da sua distribuição pelo território nacional e permitirá dar uma resposta mais adequada às necessidades de cada região. Na prevalência total observada (6%) foram abrangidas 53 Cidades e Vilas dos 18 Distritos sendo que em zonas como Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Viseu, Leiria, Portalegre, Guarda e Beja foi o primeiro estudo epidemiológico da Leishmaniose Canina.

 Beja, Castelo Branco e Portalegre são os 3 Distritos mais afectados com uma prevalência superior a 10% e Braga, Aveiro e Viana do Castelo apresentam a menor incidência com cerca de 1%. Em Portugal, Espanha, Grécia, Itália e França, que são os países mais afectados na Europa, devido ao clima mediterrânico que propicia a existência do vector, estima-se que haja cerca de 2,5 milhões de cães infectados. 

No que respeita ao sucesso do rastreio junto dos donos dos animais, Lenea Campino explica que “as pessoas foram muito receptivas e os médicos veterinários conseguiram sensibilizar e envolver os donos dos animais neste Nosso objectivo. Os resultados não podiam ser mais positivos na medida em que mostram que afinal os Portugueses estão mais despertos para a saúde do seu animal de estimação do que muitas vezes se pensa”. Refere ainda que é preciso ter em conta que os animais rastreados são cães que têm acompanhamento médico regular e que os números encontrados “podiam ser bastante desconcertantes se as amostras fossem recolhidas também em cães abandonados”. 

A Leishmaniose Canina é uma infecção grave dos cães causada pelo parasita Leishmania e transmitida por um insecto, denominado de flebótomo. É uma doença de evolução crónica que, sem tratamento, leva à morte do cão. É transmissível ao Homem e constitui um risco para a Saúde Pública.

Para mais informações:

Professora Lenea Campino ( contacto: 96 772 62 33 )

Ângela Marques (Contacto: 21 358 80 20 - 93 880 22 43 )

 

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Descrição sumária

A leishmaniose é uma doença infecciosa causada por um microorganismo (protozoário - leishmania), que é transmitida ao cão, a animais silvestres como roedores e também ao homem por um mosquito, o flebótomo,  ao qual no Brasil - país detentor de um elevado número de casos - se deram vários nomes: “palha”, “asa dura”, cangalhinha”, etc. Este insecto é pequeno (2 a 3 mm) e tem uma coloração clara (cor de palha).

A doença pode desenvolver-se de duas formas distintas:

  • Tegumentar ou cutânea – que se caracteriza por feridas na pele, que não cicatrizam;

  • Visceral ou Calazar – que atinge determinados órgãos internos (baço, fígado e a medula óssea).

Sintomas da doença no cão

  • Queda de pêlo

  • Emagrecimento

  • Vómitos

  • Fraqueza geral

  • Apatia

  • Febre irregular

  • Feridas persistentes, que não cicatrizam (leishmaniose cutânea)

  • Dilatação do fígado ou do baço (leishmaniose visceral)

  • Aumento exagerado das unhas.

O grande problema desta doença é ser assintomática, isto é, os sinais surgirem quando a leishmaniose já atingiu um elevado grau de desenvolvimento. O cão pode ter um aspecto perfeitamente saudável e, no entanto, já estar infectado.  

Por isso, estes sintomas surgem já numa fase terminal desta doença de progressão lenta.

 

Diagnóstico

O diagnóstico da leishmaniose é feito através de um exame clínico específico (despiste da doença), que se justifica apenas quando se verificam casos na zona. Normalmente este despiste é feito uma vez por ano, no fim do verão.

 

Prevenção

Actualmente ainda não existe nenhum processo eficaz de prevenção da doença, embora tenham sido feitas tentativas no sentido de se criarem vacinas para o efeito.

No entanto, a utilização de certos artifícios como coleiras e outros produtos antiparasitantes, minimizam a propagação, embora não a evitem a 100%. Normalmente estes artigos combatem simultâneamente as pulgas e as carraças, mas não deixe de consultar o veterinário sobre o produto mais indicado para este efeito.

 

Se vive numa zona de risco ou numa região onde existam charcos ou quaisquer outros meios propícios ao desenvolvimento de mosquitos, convém estar-se sempre muito atento ao estado de saúde do cão. Ao mínimo sintoma deve consultar-se o veterinário.

Embora se trate de uma espécie particular de insecto, há outra doença – a dirofilariose – que também é provocada por um mosquito, neste caso, a vulgar melga, se evidentemente estiver infectada.

 

A forma mais eficiente de irradicação da doença seria eliminar o mosquito agente transmissor da leishmaniose. No entanto, isso não é fácil e obrigaria a um esforço conjugado com as autoridades através de uma desinfecção do território através das pulverizações tradicionais com insecticidas.

Dado que esta espécie de mosquito se desenvolve em locais com matéria orgânica em decomposição, lixeiras, etc., será conveniente evitar esses locais. Ao contrário do que normalmente se divulga acerca deste insecto, este não prefere o fim da tarde e o princípio da manhã para sugar as suas vítimas, ou junto de zonas húmidas e locais com águas paradas, que são os locais onde vivem e se reproduzem outras espécies de mosquitos e não este.

 

Cura

No homem, quando a doença é diagnosticada a tempo, o tratamento e cura é possível. Aliás ela ocorre no homem especialmente em crianças, pessoas idosas, debilitadas ou indivíduoa imunossuprimidos.

No cão a doença é incurável, mas pode ser tratada se o estado geral de saúde do cão for aceitável e principalmente se a doença não tiver atingido um elevado grau de desenvolvimento. O cão, quando tratado a tempo, conserva uma boa qualidade de vida. O tratamento elimina os sintomas mas o animal continua portador. No entanto, depois de tratado, deixa de ser transmissor.

Houve um enorme extermínio de cães positivos, tido como única solução para a disseminação da doença, dado o cão efectivamente constituir um hospedeiro por excelência. No entanto, outros vertebrados como roedores podem igualmente servir como intermediários.

 

Ciclo da leishmaniose

A doença transmite-se através da picada de uma espécie de mosquito – o flebótomo. O mosquito, ao picar um ser infectado para se alimentar – que tanto pode ser o cão como um animal silvestre ou o próprio homem – absorve o parasita (agente causador da leishmaniose) que se desenvolverá atacando algumas células sanguíneas tornando-se infectante após cerca de sete dias. Ao fim deste tempo, quando o mosquito for picar outro vertebrado para se alimentar, vai deixar nele o parasita na sua corrente sanguínea, onde se reproduzirá e provocará a doença. E termina aqui o ciclo. O mosquito não passa de um hospedeiro intermediário que, ao picar este vertebrado doente servirá de veículo do parasita a outro ser (sadio) que vier a picar e assim sucessivamente.

Sem o mosquito não haverá o ciclo. Por isso, o contacto de um cão contaminado com um sadio ou o simples contacto do cão com o homem não constituem qualquer perigo de contágio da doença como frequentemente se pensa. O contágio cão-cão só poderia ocorrer se se usasse a mesma agulha de vacinação num infectado e noutro não infectado, por exemplo.  

O período de incubação, isto é, desde a picada do mosquito até ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença é muito variável e isso também dificulta o diagnóstico - de 10 a 25 dias, podendo chegar a um ano ou mais.

 

Pontos a considerar

  • Um cão só infecta novos mosquitos (e estes por sua vez infectarão novos cães) se estiver na fase activa e visivel da doença, ou seja, na fase terminal, com chagas na pele, as quais estão infectadas com leishmanias.

  • O cão tratado com medicamentos é portador mas NÃO é infectante para os mosquitos! Pode ter uma vida normal sem qualquer sintoma e sem infectar novos mosquitos.

  • A doença em humanos é controlável e muito menos perigosa do que nos cães. As pessoas que desenvolvem as formas mais severas de leishmaniose visceral são nomalmente crianças ou pessoas imunodeprimidas, mas mesmo nessas existe cura.
    Os cães estão menos protegidos contra a leishmania, daí que os sintomas sejam muito graves acabando sempre por sucumbir á doença mais tarde ou mais cedo.

  • Os grandes disseminadores da leishmania acabam por ser os animais selvagens, os roedores e muitos dos animais abandonados, pois estes não estão sujeitos a tratamento como os nossos cães e estão completamente á mercê dos mosquitos.

  • Até agora, a única forma de nos defendermos deste mosquito é evitar passeá-los em áreas sujas e contendo matéria orgânica em decomposição. Usar coleiras repelentes de mosquitos e pulverizar a área dos canis. Aplicar redes mosquiteiras nas janelas.

  • Se após um tratamento adequado se verificar que os sintomas persistem e o animal está condenado a um enorme sofrimento e a uma morte lenta, será preferível eutanaziá-lo. Isto poupa o animal do sofrimento e contribui para salvar outras vidas.

  • O despiste da leishmaniose em cães aparentemente saudáveis é o ideal, pois podem começar com o tratamento mais cedo e a sua esperança de vida aumenta considerávelmente.

 

Perguntas frequentes

  • Quais são os sintomas da leishmaniose?
    A Leishmaniose é uma doença transmitida por um mosquito, que pica nas alturas do crepúsculo do dia, e que provoca sintomas variados nos cães. Desde lesões cutâneas, renais, oculares, coceiras, etc. O diagnóstico é realizado por punção da medula óssea e observação ao microscópio das Leishmanias.

  • A leishmaniose transmite-se ou não pela urina e fezes?
    A leishmaniose transmite-se somente através da picada do mosquito Phlebotomus. Não se transmite por fezes, urina saliva ou outro liquido corporal.

  • Existe algum repelente de insectos eficaz contra o mosquito?

  • Existem vários mas nenhum é eficaz a 100%.Aconselhe-se com o seu veterinario sobre o Pulvex, o Advantage e o Scalibor, por exemplo. Aconselha-se que se efectue o exame de despsite da doença em Novembro.

          Existem produtos extraídos da planta Citronela de Java, que são         repelentes naturais com resultados muito satisfatórios.

  • O meu cão tem 5 meses. Poderá ter leishmaniose?
    A única forma de saber será através de uma análise efectuada no seu veterinario.

  • Tenho um cachorrinho ao qual foi diagnosticada leishmaniose, apesar do tratamento continua a ficar sem pelo. É normal?
    Se a manifestação da doença foi dermatológica é normal que a situação piore em vez de melhorar: os problemas de pele demoram sempre bastante tempo a recuperar.

  • É aconselhável cruzar uma cadela com Leishmaniose, embora medicada?
    Não. Tendo em vista a sua condição, o estado geral da mesma e a possível evolução negativa das crias.

  • Existem vacinas contra a leishmaniose?

  • Não, ainda não existe vacina em nenhum país. Mas mesmo que houvesse uma vacina no Brasil, por exemplo, ela não seria eficaz na Europa, porque o elemento infectante é diferente. Presentemente existem várias equipas na Europa dedicadas ao estudo deste problema.

  • Qual é o período do ano mais favorável à picada do mosquito?

          É nos meses de Julho, Agosto e Setembro.

 

Repelente natural à base da

Citronela de Java

 

 

 

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Esta página foi actualizada em 26-Jul-2012

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